ISG Provider Lens™
AI-Driven Application Development and Maintenance (ADM) 2025
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Relatório ISG Provider Lens® mostra que a Inteligência Artificial Generativa já é um padrão consolidado em outsourcing de aplicações, impulsionando automação, agilidade e transformação organizacional
A Inteligência Artificial Generativa (GenAI) não é mais uma promessa distante para o setor de serviços de aplicações. De acordo com o mais recente estudo ISG Provider Lens® AI-Driven Application Development and Maintenance (ADM), distribuído pela TGT ISG, a tecnologia já se tornou um padrão nas operações de Application Development and Maintenance (ADM), redefinindo processos, estruturas de custo e o papel dos especialistas humanos.
“A adoção do GenAI está transformando o outsourcing de aplicações em múltiplas dimensões: eficiência operacional, qualidade de entrega, governança de projetos e evolução das habilidades profissionais”, comenta Pedro L. Bicudo Maschio, distinguished analyst e autor do estudo. O impacto é profundo o bastante para reposicionar o próprio conceito de serviço gerenciado, que, segundo o autor, “deixa de ser apenas uma função de suporte e passa a ser uma engrenagem estratégica na criação de valor digital”.
De acordo com o estudo, os resultados já podem ser notados nos indicadores de eficiência, havendo uma redução de custo gerais resultada da automação de tarefas repetitivas, como a criação de histórias de usuário, scripts de teste e sugestões de código.
“Fornecedores que integram GenAI em seus processos de outsourcing registram ganhos simultâneos de produtividade, precisão e velocidade, o que também se reflete em novos modelos de precificação. Algumas empresas oferecem pacotes com e sem GenAI, demonstrando de forma transparente a vantagem financeira do modelo aprimorado por IA”, explica o autor.
A integração com machine learning também eleva a qualidade dos testes (QA), com automação de fluxos de verificação, geração de cenários de teste e previsão de desempenho de aplicações. O resultado, como mostra o estudo, é um processo mais confiável e contínuo, com menor incidência de erros e falhas. Além disso, a análise detalhada dos dados gerados pela GenA I amplia a visibilidade sobre o desempenho das equipes e permite a identificação precoce de gargalos operacionais.
Nos serviços gerenciados (AMS), a mudança é ainda mais notável: a GenAI vem sendo incorporada às plataformas de monitoramento e suporte, resultando em lançamentos com zero defeito e redução do fluxo de tickets. “Agentes de IA ajudam analistas a localizar causas-raiz de incidentes, melhorando a resposta e o aprendizado organizacional”, comenta o autor. Além disso, a modernização de sistemas legados avança, com a GenAI sendo utilizada para sistemas antigos em aplicações nativas da nuvem, reduzir a dívida técnica e aumentar a eficiência operacional.
A evolução tecnológica também redefine o papel dos especialistas. O estudo da TGT ISG reforça que a IA não substitui, mas amplia a capacidade humana. Mesmo com os avanços, a autonomia total da IA ainda é uma meta em construção. O estudo aponta que agentes autônomos ainda carecem de maturidade tecnológica e exigem supervisão humana constante.
Enquanto isso, cresce o uso de ferramentas GenAI comerciais, como GitHub Copilot e Amazon Q Developer, dentro de ambientes controlados e com protocolos rígidos de segurança. Para garantir conformidade e privacidade, muitos forncedores optam por executar Large Language Models (LLMs) on-premises ou adotar ferramentas de segurança na nuvem.
“O objetivo de longo prazo é o desenvolvimento de agentes de IA capazes de detectar e resolver problemas de forma proativa, realizar manutenção autônoma e otimizar continuamente a qualidade do código, um cenário que promete redefinir a própria noção de suporte e desenvolvimento de aplicações”, revela Pedro. “Os fornecedores que compreenderem o GenAI como uma força estratégica, e não apenas operacional, estarão mais bem posicionados para liderar a próxima fase da economia digital, onde homens e máquinas criam juntos o novo padrão de produtividade e inovação”, finaliza.
O relatório ISG Provider Lens® Application Development and Maintenance (ADM) 2025 para o Brasil avalia 61 fornecedores em seis quadrantes: Application Development Outsourcing, Application Development Projects, Application Managed Services — Global SIs, Application Managed Services — Local SIs, Application Quality Assurance e Continuous Testing Specialists.
O relatório aponta Capgemini, Compass UOL, GFT e Wipro como Líderes em três quadrantes cada. Accenture, BRQ, Meta, Spassu, Stefanini e Tech Mahindra como Líderes em dois quadrantes cada. Base2, Cast Group, CI&T, Deal, DXC Technology, e-Core, FCamara, Inmetrics, Objective, Prime Control, Sempre IT, Softtek, TCS, TIVIT, TQI, T-Systems, Vericode e Yaman são apontadas como Líderes em um quadrante cada.
Além disso, Taking e TIVIT são reconhecidas como Rising Stars — empresas com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro” pela definição do ISG — em um quadrante cada.